segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

[RASCUNHO] Real (2013)

~Publicado originalmente em redes sociais~
~Rascunho porque não desenvolvi, apenas comentei sobre~

Real (2013)

Bom filme. O cara entra na mente da amiga que está em coma após uma tentativa de suicídio para faze-la acordar, mas as coisas começam a complicar porque ela não quer e a experiência causa efeitos colaterais e ele começa a ser assombrado na vida real. Mas isso não é nada perto do que está por vir.

Comecei a teorizar os acontecimentos e como seria a conclusão, mas mesmo com rumos óbvios, o filme engana. Isso por causa da grande reviravolta, introduzida de forma rasa devido ao seu peso e criando certas expectativas (ou eu que viajo demais teorizando as coisas), mas pouco depois desenvolvem o ocorrido, dando tempo para refletir. Senti que o filme ironizou o impacto ao colocar um personagem indagando sobre o motivo daquilo ter acontecido daquela forma. Não só isso como também reutilizam momentos pré-reviravolta de forma repaginada pós-reviravolta, o que é curioso.

'Real' é um daqueles longas japoneses de baixa produção que chamam a atenção e possuem histórias tão boas que relevam qualquer problema de edição (que é bem fraco, mas não prejudicial). É um longa lento, que atrai pelas conversas naturais e a curiosidade do que tudo aquilo realmente significa, o que é verdade. Curiosamente, isso leva aos minutos finais um tanto quanto 'diferente' do restante do filme. Das surpresas, deve ter sido a mais inesperada pra mim haha Foi estranho. E não posso deixar de observar que, pelo filme não usar as 'assombrações' para assustar (sequer é o objetivo), felizmente não se utiliza de efeitos sonoros forçados para tal, equilibrando com o clima do longa.

sábado, 4 de fevereiro de 2017

[KPOP AMINO] Lifi - Uma Galinha na Selva

~Publicado originalmente no Kpop Amino~

[RESENHA] Lifi - Uma Galinha na Selva


Título: Lifi - Uma Galinha na Selva

Título original: 마당을 나온 암탉

Ano de lançamento: 2011

Classificação: Livre

Sinopse: "Leafie é uma galinha que vive em uma fazenda produtora de ovos, junto de dezenas de outras fêmeas como ela. Entretanto, Leafie não consegue ter seus próprios ovos, ela apenas choca os ovos de outras galinhas e isso a deixa muito triste. Em meio a sua fuga do galinheiro, ela acaba sendo responsável por chocar e criar um filhote de pato órfão, que perdeu os pais para uma doninha caolha".


Lembro que, quando conheci a animação, me disseram que era infantil. Terminei com a mão na cabeça surpreso com o que ousaram mostrar. Vendido como infantil, mas com um teor pesado. Apesar do título nada atraente e digno de afastar muita gente, os traços da animação são chamativos. Me surpreendi com tanta gente falando bem do filme e descobri que alguns países tinham censurado o final. Decidi conferir não só por ser uma animação coreana, mas também pelas supostas polêmicas.


Quando comecei a ver, entendi o motivo. Não era uma animação tão infantil assim. Havia mortes, o ciclo natural da vida era mostrado de forma verdadeira, algumas poucas cenas continham sangue, entre outras coisas. A animação mesmo já começa mostrando os ovos saindo das galinhas haha Pode parecer bobo para alguns, mas é muito difícil vermos animações infantis mostrarem essas coisas. Temas como morte e o uso de sangue são evitados no ocidente em obras infantis até certo ponto. Enquanto nos animes vemos isso aos extremos (apesar de censurarem quando chegam aqui), por aqui as animações tendem a ser mais "politicamente corretas" e mais "fantasia feliz", por assim dizer.


A história da galinha Lifi que foge do galinheiro e adota um patinho órfão é pra cativar qualquer um. Como a sinopse diz, os pais desse patinho morrem com o ataque de uma doninha, mas isso não acontece de imediato no filme, ainda tem muita coisa antes. A animação tem o cuidado de desenvolver todo o momento que a levou até ele. Lifi sai de sua "zona de conforto", incomodada com a vida que leva, e decide se aventurar, mas, inocente, descobre que a vida lá fora é cruel.


Passada toda a tragédia, acompanhamos o crescimento do pato e a adaptação da galinha aos novos ambientes. Eles conhecem novos animais e Lifi percebe as mudanças de seu filho enquanto os anos passam. Não entrarei em detalhes para não estragar a história, mas eles tem que enfrentar rejeições e dúvidas sobre eles mesmo e suas relações não só entre eles, mas consigo mesmo e perante os outros. A animação trata sobre o amadurecimento e a família, sobre o local a quem você pertence.


Sobre a censura do final, não sei o critério usado, mas eu vi dublado e o final original estava lá. Aliás, está no dvd, o que me faz pensar se talvez esse filme tenha passado na tv e aí sim censuraram o final. Realmente não sei. A censura apenas corta o restante do filme, criando uma espécie de encerramento bonitinho depois de tudo o que aconteceu. Mas a vida prega suas surpresas e a esperança de que tudo termine bem é o que resta. Sem revelar, posso dizer que o final original foi forte. Não tava preparado para o que fizeram. Mesmo com tudo o que mostraram, não acreditava que realmente fariam aquilo.


Em geral, Lifi é um filme sobre família, descobertas, aceitação, ideais. Uma bela mensagem perante um mundo tão cruel, mas ao mesmo tempo tão belo quando estamos perto daqueles com quem nos importamos. É uma busca por um fio de esperança para continuar vivendo e lutando cada dia mais contra a desigualdade e a maldade do mundo, buscando respeito e união, mesmo que pareça tão distante. Temas tão grandiosos e tão apegáveis retratados num animal considerado frágil: uma galinha.


Curiosidades:

- Baseado no livro 마당을 나온 암탉, de Hwang Sun-mi, lançado em 2000. Se tornou best-seller, sendo traduzido para diversos idiomas e ficou uma década entre os livros mais vendidos.

- Foi lançado nos EUA com o título "The Hen Who Dreamed She Could Fly" ("A Galinha que Sonhava Poder Voar", em tradução livre).

- O livro foi inspirado na triste vida do pai da autora, que era agricultor.

- A animação possui a maior audiência para uma animação sul-coreana, com mais de 2 milhões de pessoas.

- Foi a primeira animação coreana a ser lançada nos cinemas da China.

- Tanto o livro quanto o filme foram indicados e ganharam diversos prêmios, incluindo em países em que as obras foram traduzidas.


quarta-feira, 25 de janeiro de 2017

[RASCUNHO] Goblin (dorama)

~Publicado originalmente em redes sociais~

Goblin foi a maior surpresa que tive nos doramas até agora. Isso porque eu teria deixado passar se não fosse a quantidade de elogios (incluindo de gente com bom gosto rs). Geralmente não me atraio pelos doramas tão falados, mas esse me interessei pela sinopse e tive que conferir. E tinha o ator que fez Train to Busan (aliás, há referência no dorama sobre isso). Viciei no primeiro episódio e não consegui parar mais até terminar. 

Como de costume, o primeiro episódio dos doramas nem sempre condizem com o estilo do restante. Aqui temos um início épico, uma batalha antiga na época do império, resultando num fim trágico. Apenas depois somos levados para próximo a atualidade e assim continua até finalmente os dias atuais chegarem, onde os personagens começam a ser melhor apresentados e a história passa a se desenvolver mais lentamente. O dorama então entra numa mistura de gêneros, com drama, romance e comédia, seguindo os clichês do mesmo, mas com uma trama e personagens marcantes. 

Uma trágica história de amor sobre um imortal que virou duende e quer morrer, mas, para isso, a mulher certa deve puxar sua espada cravada em seu peito. Vale mencionar que inicialmente a suposta "noiva do duende" ainda é menor de idade, e o dorama sempre deixa isso claro, tendo cuidado ao mostrar o envolvimento dos dois e a dúvida sobre aquela possível relação (não só pela idade, mas pela falta de confirmação). 

Os personagens não tão secundários assim compartilham de momentos tão intensos quanto os principais. Tudo está interligado e falar mais que isso é spoiler. Muita coisa acontece durante os episódios e tudo pode mudar a qualquer momento. Para não prolongar, dentre os personagens marcantes há o ceifador, encarregado de levar a alma daqueles que morreram para o outro mundo, seguindo ordens superiores. As cenas dele trabalhando são memoráveis. 

Como todo bom dorama que se preze, a tragédia marca presença, ainda mais aqui onde envolve a todo momento a morte, a vingança, a saudade. A cada episódio, a cada revelação, a cada reviravolta, uma curiosidade sobre o que irá acontecer surge, mesmo que saibamos o inevitável. E quando tudo parece estar caminhando para um lado, pode também estar caminhando para outro, mas também para o lado que sempre caminhou, sendo apenas evitada sua percepção. Surpresas e mais surpresas. 

Goblin conta com ótimas atuações, uma trilha sonora marcante (uma das melhores que ouvi), alguns enquadramentos dignos de cinema e efeitos especiais convincentes e bem trabalhados, sendo superiores a muitas produções, incluindo americanas. Desde seu início épico até seu final marcante, a história daqueles que pagaram o preço pelas consequências da vida passada vai deixar saudades.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

[RASCUNHO] W - Two Worlds (dorama)

~Publicado originalmente em redes sociais~


W - Two Worlds

A cada reviravolta desse dorama eu ficava que nem o meme: "Que viagem é essa, véi?". W une elementos de dorama com quadrinhos e se aproveita disso pra contar a história. É tanta coisa acontecendo que toda a ideia de poder entrar na história e influenciar seu rumo, a ideia do criador contra a criação, etc, servem apenas como uma base pra toda uma complexidade maior. O dorama brinca com a ideia de quadrinhos, do formato, dos clichês, e cada vez mais que a protagonista do dorama se envolve com o protagonista da hq, as coisas começam a mudar de forma grandiosa.

Uma das reviravoltas ainda nos primeiros episódios brinca com a noção dos personagens estarem numa hq. E se algum deles soubesse que vivia numa ficção? O que ele faria? Isso abre diversas possibilidades a serem exploradas. A maioria é bem inesperada. São detalhes aqui e ali aproveitados que geram mudanças radicais na trama.

Após os primeiros episódios senti que o dorama tava mudando, parecia que iria passar a priorizar romance e comédia em vez de drama e ação, mas tudo fazia sentido. O dorama ironizava a si mesmo através da hq e deixou pistas claras sobre isso, como a do professor da protagonista reclamando que a hq tava perdendo o foco ao introduzir romance e ela dizendo que até os heróis podem ter esse momento romântico. E isso acarreta em consequências sérias na história. Ora, é uma hq de drama que vira romance. Óbvio que algo de muito ruim vai acontecer. Tudo no dorama tem sentido, até mesmo os clichês são propositais, pelo menos dentro da hq (dentro do dorama em si é outra história, embora possa ser explicado/desculpado com base na hq).

O último episódio é bom, mas senti que poderia ter sido melhor. Também cansam com um reaproveitamento de ideia, apesar de fazer sentido dentro do contexto, o que dá prá deixar passar. Nada que atrapalhe na história em geral e tire a genialidade que W foi, ainda mais se pensarmos que a obra se utiliza de clichês pra fazer algo original. É tanta coisa acontecendo que compensa tudo. Meu destaque de personagem vai para o assassino da história. De mera citação, de mero personagem que serviu pra iniciar a trama do herói e depois sumiu, passa a ganhar importância quando a verdade começa a ser revelada, e a verdade é sinistra, muito sinistra.

domingo, 13 de novembro de 2016

[RASCUNHO] Nine Muses of Star Empire

~Publicado originalmente em redes sociais~

Documentário da BBC sobre o lado negro do kpop. Finalmente pude conferir a versão completa em vez da resumida. Em certo ponto é deprimente e mostra o kpop pelos bastidores. No caso, através do grupo 9Muses, que estava se preparando para debutar.

Basicamente se divide entre momentos delas como grupo (coreografia, festivais, ensaio fotográfico, gravação, etc) e, em certas partes, conseguem transmitir um lado mais pessoal delas, o lado de insatisfação com tudo aquilo. Dá pra notar o terror psicológico que acontece na agência. O tempo todo elas são chamadas a atenção, recebem bronca, são criticadas. O padrão do kpop é a perfeição, tudo programado perfeitamente num modelo padrão que nem uma fábrica. Elas chegam a chorar querendo que tudo aquilo acabe, porque nunca nada parece estar bom e quando finalmente parece estar, não está porque algo ruim acontece e a realidade cruel volta a tomar conta. A cena do hospital onde elas são diagnosticadas com baixa estima mostra isso. Se as coisas fossem boas, não teriam motivos pra elas estarem tão desanimadas, Afinal, elas seriam estrelas, famosas, artistas.

Podemos ver os momentos citados em cenas como quando o pessoal da agência obriga elas a verem a gravação da apresentação do grupo na tv diversas vezes até notarem todos os erros cometidos por elas. Pior: Mesmo que eles reconheçam que o problema não seja só delas (o doc não entra muito na questão, mas deixa a perceber que a música e coreografia eram problemáticas). Podemos ver também quando eles tão lendo os comentários negativos do grupo, chamando elas de feias, dizendo que não sabem cantar, etc, o que divide a equipe (um deles até tenta acalmar a situação dizendo que grupos famosos também são assim, só que eles transpiram mais confiança, algo que o grupo deles precisa). Temos também os momentos de quando alguma das integrantes está doente, mas mesmo assim ela tem que treinar, tem que se recuperar de qualquer forma. Outra quando elas se acidentam e mesmo assim ensaiam, com machucados e tudo mais. É muito dinheiro investido nelas e elas tem que recompensar a empresa. E sobre o padrão de beleza, tem uma cena que mostra que a empresa segue a risca o padrão da mulher jovem, alta, magra e bonita, quando decidem escolher uma nova integrante pro grupo. Cantar é opcional em alguns casos (quem não sabia disso, fique sabendo, porque tem integrante em grupo de kpop que só tá ali pra ser modelo, e o doc deixa isso nítido até demais), o que leva a outras cenas também como a do "o que eu estou fazendo aqui?" e a do "me diga a verdade: eu posso realmente cantar?". O próprio compositor destaca que algumas tem vozes ótimas, outras não. O 'básico' mesmo é estar em todos os padrões e saber dançar, se 'comportar' na frente da mídia, cuidar da imagem, coisas assim.

A pressão é tanta sobre elas que o tempo todo vemos comentários sobre elas quererem sair do grupo. É como se o grupo, desde o início, fosse feito pra dar errado. Uma delas inclusive sai antes mesmo do debut. Por falar em debut, elas não conseguem estrear bem. Chega a ser macabro ver como pelas câmeras tudo parece perfeito, mas por trás daquilo há basicamente trevas. Não que as pessoas envolvidas sejam más, a questão é mais profunda. O trabalho de alguns exige rigidez, o que pode tornar a imagem dessa pessoa ruim. Em entrevistas, o diretor até disse que não foi a intenção dele, porque ele conviveu com todos ali e soube das coisas muito além do que ele pode registrar. Ele entendeu o motivo daquelas atitudes, mesmo achando cruel. O grande problema de tudo mesmo é esse formato de trabalho. Não que todos sejam assim, mas se isso aconteceu com um grupo de uma empresa, o que impediria de acontecer com vários outros? Pois é, nada.

O encerramento, depois de um longo processo de cenas de ensaios, algumas de choros, lamentações, etc, mostra o que aconteceu com cada uma após o documentário. É o mercado competitivo, elas sabiam dos riscos e não suportaram viver sendo tratadas como estavam sendo. Tem gente que suporta, e isso é doentio, mas quem sou eu pra julgar? Cada um decide até que ponto e de que forma os sonhos devem ser alcançados. Algumas inclusive o doc diz terem continuado no ramo musical. A imagem do grupo atualmente mudou bastante (literalmente, até porque é cada entra e sai de membros), mas isso foi um marco, principalmente porque a empresa teve polêmicas que ocorreram depois e esse caso foi lembrado.

Em geral é um bom documentário, consegue passar sua mensagem. "Este poderia ter sido um belo documentário", mas o mundo é cruel. Senti que poderia ter sido melhor em alguns aspectos. Além dos já citados anteriormente, senti falta de mais depoimentos, por exemplo, mais relatos das integrantes, até mesmo dos ceos, staffs, managers e tal. Mas entendo que o responsável pelo longa teve que seguir algumas regras, afinal, ele tava filmando um grupo com permissão da própria empresa. Ele disse numa entrevista que tiveram algumas condições e uma delas era não ir contra as decisões da agência. Foi uma situação complicada, acredito que se ele tivesse feito algo que não podia ali, não teríamos esse registro. Relevando isso, continua um interessante documentário para os fãs de kpop e uma forte recomendação antes de sair amando ou odiando os artistas. Eles batalham duro pra conquistarem seus sonhos, mesmo que pra isso tenham que "perder a humanidade", como é dito numa das últimas frases.

[RASCUNHO] Ponto de Vista (2008)

~Publicado originalmente em redes sociais~

Premissa interessante e formato para poucos torna o filme curioso, mas se perde em alguns momentos e não vai além do que deveria. No filme, alguém atira no presidente dos EUA e explode umas bombas. Essa é a história.

A cada momento, o filme vai contando o ocorrido através do ponto de vista de um personagem diferente (daí o título traduzido, que se encaixou muito bem). Começa com a equipe de telejornal, passa pros seguranças do presidente, pro suposto policial, pro turista, e assim vai. Chega uma hora que isso começa a cansar, não só pelas cenas que se coincidem como tb pela quebra de clímax, já que, a cada "ponto de vista", conteúdos são adicionados e, bem na hora que algo inédito acontece, o filme volta no tempo pra contar outro ponto de vista.

Apesar desse lado negativo, o formato é positivo quando a questão é mostrar como diferentes pessoas veem um acontecimento. Isso torna o filme interessante, essa enganação, essa forma de contar a história, de mostrar como uma pessoa pode presenciar algo e interpretar o ocorrido de forma errada. Claro, tudo dentro do contexto da trama, que não explora tanto assim esse potencial, mas entrega a ideia e cumpre o que promete.

É uma premissa simples, digna de curta, estendida para diversos personagens. Independente disso, faltou mesmo um encerramento menos brusco, porque deixaram muitas dúvidas em aberto. No mais, é um bom filme que poderia ser melhor.

SOBRE MIM

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Em 2008 criei um blog por experiência. Queria saber como era um blog. Inicialmente era apenas para reunir o que eu achava de legal pela internet. Dois anos depois, em 2010, criei meu blog com críticas de filmes, já que, embora eu não seja experiente nesse ramo, gosto de ver filmes, de entendê-los e tal. Em 2014 vieram as mudanças. O blog que reunia o melhor da internet virou um blog de matérias e histórias que eu mesmo escrevo. O blog que continha críticas de filmes, séries, curtas, shows, etc, agora são apenas filmes e séries devido a enorme demanda de conteúdo. Os modos de escrita também estão mudando para melhor. Fiquem ligados para novidades.