terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Zumbis Marvel - Fim dos Dias (hq)

~Publicado originalmente em redes sociais~


Ocorre durante o crossover Zumbis Marvel vs Army of Darkness, contando o que estava acontecendo com o mundo e o que os sobreviventes heróis estavam fazendo para tentar impedir a tragédia enquanto Ash estava em sua aventura própria para impedir de seu modo.

Já começamos vendo o Aranha virar zumbi e devorar a Mary Jane. Enquanto isso Magneto, que está numa fortaleza no espaço, decide voltar pra Terra pra ajudar. Enquanto isso, os Vingadores zumbis tentam se auto-impedirem de comer os outros. Enquanto isso, Nick Fury chama todos os heróis sobreviventes para planejarem uma solução. Enquanto isso... ah, deu pra entender.

Sem muito a dizer, a hq é literalmente isso, os vivos tentando sobreviver durante o início da infestação zumbi, que ainda estava dizimando o mundo.

Se quer saber mais, procure as outras críticas. Ficaria muito repetitivo, hã, repetir novamente coisas que escrevi até mais de uma vez.

Zumbis Marvel vs Army of Darkness (hq)

~Publicado originalmente em redes sociais~


A história se passa antes de todas as outras hqs, até mesmo antes da hq que deu origem a tudo. Esse crossover serve como prelúdio e conta as primeiras horas do ataque zumbi.

Ash, personagem dos filmes chamados por aqui de "Uma Noite Alucinante", é um cara idiota que tem uma motosserra e viaja através de universos e acaba parando num universo de heróis após ser morto e atacado. Nesse universo, ele recebe um aviso de uma velha possuída de que aquele mundo iria acabar e os mortos se levantariam. Ash então tenta avisar aos Vingadores, mas ninguém acredita no cara e, bem, acaba acontecendo o apocalipse zumbi. Era o universo dos Zumbis Marvel. Ash então tenta sobreviver e vai atrás do que ele acha que pode acabar com tudo aquilo: o macabro livro Mecronomicon.

Não há um estilo seguido fielmente, a hq as vezes se mostra brincalhona, as vezes séria, mas Ash sempre tenta fazer uma piada aqui e ali para quebrar o clima de tensão. Temos participação de personagens excêntricos como Howard o Pato e também de um grupo de heróis de uma hq que foi cancelada (e a hq deixa isso bem claro). Também vemos o que aconteceu a outros heróis, já que na história do Quarteto Fantástico onde a ideia se iniciou, muitos personagens já haviam 'desaparecido'.

Dessa vez não dá pra contar muito novamente pra não dar spoiler, é uma história feita tanto para zoeira quanto para 'seriedade', mas também apresenta reviravoltas interessantes e mostra muita coisa da franquia. Óbvio, conta o início do apocalipse zumbi!

segunda-feira, 26 de janeiro de 2015

Pantera Negra - Edições 28 ao 30 (durante A Iniciativa) (hq)

~Publicado originalmente em redes sociais~


A história começa e termina em aberto e o arco parece ter surgido apenas para aproveitar o sucesso de Zumbis Marvel, que tinha encerrado sua primeira série (na época, simplesmente "sua série", já que a continuação não estava confirmada).

Logo após a Guerra Civil (sim, estamos tratando do universo 616), o Pantera Negra foi morar com o Quarteto e se juntou a equipe. Numa das missões, o Coisa, o Tocha-Humana, a Tempestade e o Pantera Negra vão parar um universo alternativo no planeta Skrull e acabam se deparando com os zumbis que outrora foram heróis. Eles estavam no universo dos Zumbis Marvel. Daí em diante é tentar sobreviver. Não tem muito o que contar, é apenas isso.

Basicamente é uma história pra passar o tempo, é como se a missão dos personagens parassem por um tempo por surgir um problema maior no meio. A história começa momentos antes de onde Zumbis Marvel terminou, só que aqui vemos o que aconteceu do outro lado e acompanhamos as consequências.

Como disse, o arco serviu mais pra aproveitar o sucesso de Marvel Zumbis, mas acaba entretendo e dá pra entender o que está acontecendo mesmo que seja algo que está ocorrendo no meio de uma história maior.

Curiosidade: Zumbis Marvel 2 surgiria dois anos depois. 

Ultimate Quarteto Fantástico - Terrível (hq)

~Publicado originalmente em redes sociais~


Sem muito a dizer. O arco vai da edição 30 a 32 e continua o que aconteceu em Crossover, então... spoilers iniciais no parágrafo a seguir.

Acontece que no fim de Crossover, o Quarteto zumbi foi capturado pelo Quarteto do Ultimate. Enquanto eles dizem fugir, Johnny descobre que tem um parasita alienígena dentro de seu corpo e o único que pode ajudar é ele, Doutor Destino.

O arco não é focado em ação, mesmo com os ataques zumbis, que dividem espaço com a trama do Johnny e do Doutor Estranho. Porém, o grande problema é encontrar soluções rápidas para os acontecimentos, montam todo um clima e de repente, páginas depois, aquele problema já está resolvido ou já encontram uma solução.

Não é decepcionante, até porque tem uma trama legal e diálogos bem escritos. Vale mais pra quem é fã do Quarteto ou quer se aventurar pelas hqs que deram origem ao Zumbis Marvel.

Curiosidade: Zumbis Marvel "1" surgiria dois anos depois. 

Ultimate Quarteto Fantástico - Crossover (hq)

~Postada originalmente em redes sociais~


O arco, que vai da edição 21 a 23, deu origem a série que conhecemos como Zumbis Marvel. É aqui que se inicia tudo. Lembrando que no universo Ultimate os integrantes do Quarteto são mais novos e possuem uma origem diferente do universo principal que conhecemos (vulgo 616).

A história começa mostrando o Quarteto a milhões de anos atrás. O Ben e o Johnny estão na época dos dinossauros e a Sue e o Richard estão na época em que só existia vida na água na Terra. Eles impedem uns hackers armados e voltam pro seu tempo, tendo de enfrentar seus problemas do cotidiano, como bronca por 'irresponsabilidade' e o peso do Richard ter que construir coisas pra empresas grandes porque elas financiam ele. Passado tudo isso, mais pro final da edição é que as coisas esquentam. Richard do Ultimate tá conversando com um holograma do Richard de outro universo (que aparenta, de início, ser do nosso). Ele então testa sua máquina de teleporte pra ir pro universo dele mas vai parar num mundo pós-apocalíptico e tem uma revelação. Com ela, zumbis aparecem.

Depois, nas duas edições seguintes, temos o desenrolar da história com os zumbis, explicando como tudo começou, quem são os sobreviventes, essas coisas, mas não há muitos detalhes, isso foi desenvolvido apenas depois, como podemos ver no primeiro Zumbis Marvel.

Que história! Metade do segundo arco é muita adrenalina, conseguem passar a sensação de medo ao mostrar Richard fugindo desesperado dos zumbis. O Tocha perseguindo pelos túneis, o Hulk voando em sua direção, tudo muito sinistro. Para quem tem curiosidade de saber de onde veio a premissa pra Zumbis Marvel, recomendo.

Curiosidade: Zumbis Marvel "1" surgiria dois anos depois.

domingo, 25 de janeiro de 2015

Turma da Mônica Jovem - O Caderno do Riso (hq)

~Publicado originalmente em redes sociais~


Demorei pra ler pq achei que seria ruim. Ora, uma paródia de Death Note, que trata sobre um cara que mata pessoas escrevendo o nome num caderno, pode ser boa ou ruim, mas aí me aparece Caderno do Riso, onde a pessoa escreve o nome e a outra ri. Inicialmente a ideia soa muito tosca, eu sei, mas dei uma chance e... gostei.

Acontece que o Cebolinha, secretamente, decide acabar com a raiva das pessoas com o caderno feliz que achou (pertencente ao Anjo), fazendo com que todos que se irritassem, rissem. O problema é que ele começa a testar isso nos próprios amigos e as coisas saem do controle, sendo a Mônica a primeira a ir contra o misterioso "Grande Palhaço". Com o tempo surge o L, que logo é revelado a identidade secreta, indo atrás de pistas pra descobrir quem está por trás dos risos forçados.

Em geral é uma história pros fãs de Turma da Mônica Jovem. O Cebolinha se torna mais maligno, mas a essência da hq não se perde. Dá pra notar diversas cenas e ideias vindas de Death Note, inclusive alguns quadros bastante semelhantes e acontecimentos que só de diferente tem os nomes. Mas isso só dura em momentos aqui e ali, de resto (nos "meio termos") a história se desenvolve sem ficar presa a tudo o que acontece no original. Só não curti a última página, mas de resto gostei.

DC vs Marvel - Série 3 (hq)

~Publicada originalmente em redes sociais~


Na primeira série, com uma história fraca, o Acessor ganhou seus poderes e teve que tentar separar os universos que estavam se misturando, causando uma história que quiseram encher demais de batalhas e lugares diferentes, contando tudo ao mesmo tempo, e no fim acabou não sendo muito satisfatório, embora tivesse pontos positivos. Na segunda série, a história quase se repetiu, mas pra não ficar mais do mesmo, mistérios foram sendo adicionados e segredos revelados, além de batalhas mais completas em lugares exatos, sem ficar em vários lugares.

Na terceira série, tudo muda. Dessa vez vale tudo, temos os crossovers e os amálgamas. O Acessor descobre novos poderes e com os encontros ocorrendo em pontos específicos, começa a chamar a galera pra luta. Por ser em pontos específicos, como rolou no segundo, fica bem mais fácil de acompanhar e desenvolver, com lutas mesmo, e não imagens mostrando cenas variadas. Aqui pegaram todos os pontos positivos das séries anteriores e uniram pra formar uma última história. E a parte dramática do Acessor foi ampliada. O homem por trás do ser tem uma namorada, e ela parece não estar aguentando mais ele ter que sumir por dias. Pra piorar tudo, ele descobre coisas que mudarão sua vida pra sempre. A história tenta fazer paradoxos com viagens no tempo, mas soa forçado, já que não explicam essas partes. Entretanto, de resto tá aceitável. Darkseid e Magneto e a galera do mal contra Vingadores, X-Men, etc, no grande combate.

Assim como os outros, não chega a ser uma "obra-prima". Vale mais pela curiosidade. Mesmo assim, a história da série 3 é superior a das outras séries. E encerra bem toda a saga desse crossover divisor de opiniões porém épico. E dessa vez literalmente, já que há viagens no tempo, diferente dos outros que não tinha, era apenas o momento que a editora estava quando rolava o crossover. Dentre as séries, a terceira foi a única que consegui ler de boa todas as hqs seguidas.

[RASCUNHO] Pecado Original (hq)

~Postada originalmente em redes sociais~


Mais uma saga Marvel, trazendo a grande pergunta: "Quem matou o Vigia?". Acredite: A edição 0, que serve apenas de prelúdio, é mais interessante que as outras edições (levando em conta que só li as edições principais, do 1 ao 8).

É mais uma saga de marvices da Marvel que promete mudar tudo o que conhecemos. A história chega a ficar confusa em alguns momentos e mais confusa ainda em outros. Alguns acontecimentos sequer são explicados e as coisas acontecem por acontecer. Ou a pessoa tem que ter uma boa mente e saber histórias antigas específicas ou a Marvel fez mais marvice do que imaginei.

Os heróis são os que todos conhecemos mas os vilões são literalmente de quinta categoria (sério, na hq vem escrito). No fim de tudo, a história acaba, deixa um monte de coisas em aberto e só responde mesmo a pergunta proposta inicialmente, pq de resto... boiei.

Cheio de artes enganosas e uma história totalmente diferente do esperado, Pecado Original mais parece uma história enrolada que começou bem e foi se perdendo a cada edição e só voltou a melhorar quando era tarde demais.

E só não falo mais pq foi decepção total com o encerramento desse arco e aqueles ganchos típicos da Marvel pra um próximo arco foram sem graça, exceto por uma coisa que gostaria de acompanhar mais e ver no que vai dar.

Vingadores e X-Men - Eixo (hq)

~Postada originalmente em redes sociais~


"Aff, mais uma saga que a Marvel diz grandiosa, novamente 'mudando tudo o que conhecemos'. Depois de Pecado Original só posso esperar o pior, mas como essa saga é a que diz que a Wanda e o Pietro não são filhos do Erik, deve ter revelações realmente importantes, independente de ser boas ou não. Oba, polêmica, vou conferir. Já que a Marvel vi rebootar, acho que os caras tão podendo fazer o que quiser."

Como eu estava errado... mais uma vez, a Marvel apresentou uma saga que no fim não muda quase nada e o que muda muda pra pior. E mais uma vez fazem uma saga que começa do nada que na verdade continua a saga anterior que provavelmente terminou do nada. Mas essas coisas são detalhes.

O arco Eixo é dividido em 3 partes, chamadas de 'livros'. Temos um resumo do que aconteceu antes e que precisamos saber: Ciclope matou Xavier, Caveira Vermelha pegou o cérebro do Xavier ou algo assim e formou o Massacre Vermelho, um ser gigantesco.

O livro 1 mais parece um encerramento solto de algo que não mostraram, tipo os poucos minutos de Smaug no terceiro O Hobbit. A história começa estranha e de repente já estamos na cena dos heróis enfrentando o Massacre Vermelho, depois os vilões também entram na história e... pera... hum... esquece, melhor entender aos poucos. Aqui temos as equipes de heróis e vilões unidas para enfrentar um inimigo em comum que parece ser invencível. A conclusão é horrível, embora tenha um encerramento bom.

O livro 2 ocorre logo depois do fim do 1, assim como o livro 3 continua diretamente o 2. A diferença é que a partir do livro 2, aquela batalha já foi terminada, agora é meio que as consequências. Os heróis foram para o lado do mal e os vilões para o lado do bem. Pois é. E em meio a tudo isso, cada grupo se virou contra si, ou seja, Vingadores contra X-Men contra Inumanos. Os poucos que mantiveram a sanidade se uniram. Pra citar algo negativo, a história dá resoluções fáceis aos problemas, coisa que pode atrapalhar o proveito dos acontecimentos.

Essa saga apresentou uma ideia boa nos livros 2 e 3, mostrando como seriam as coisas se os papéis de herói e vilão fossem invertidos. O livro 1 é apena mais um daqueles exageros de hqs que acontece as vezes, mas é de lá que as coisas se iniciam. Não, minto, talvez comece antes da saga, não sei. Ou não lembro. Tanto faz. Deu pra entender a história. É incrivelmente simples entender tudo, basta aceitar aquilo que você está lendo. Sério, funciona. Não é nada complexo, são ações simples, não tem uma conspiração de informações por trás, é aquilo ali e pronto.

Como saga em geral deixou a desejar, mas por ter elementos que funcionam dentro de si, merece alguns pontos. Pra vocês verem como tá a situação da Marvel. Ter elementos que funcionem dentro de si é algo essencial para qualquer coisa. Vi críticas negativas ao arco, mas não achei ruim não. Realmente o livro 1 fica ruim por começar do nada e ficar na mesma, enrolando até não dar mais, eu mesmo pensei em parar nele, mas depois vai melhorando, embora a enrolação continue em alguns momentos.

E como citei no início, a Marvel apresentou algo prometendo grandes mudanças e no fim não mudou quase nada. Esse é o principal ponto negativo. Só isso basta pra muita gente se decepcionar com a saga. Não culpo, mas acho que tem coisas que se salvam, como disse anteriormente, mesmo que não tenha sido a proposta inicial. Se é que teve.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Só Você Pode Ouvir (mangá)



A trama é curiosa: Uma garota sem amigos, a colegial Ryo Aihara, é a única de sua classe que não possui celular, o que a faz inventar um celular imaginário, só que de repente ela recebe uma chamada de alguém do outro lado. Pouco depois descobrimos que o garoto que estava do outro lado da linha, Shinya Nozaki, realmente existe e a amizade entre os dois vão crescendo, até que ela decide conhecer ele. A partir desse momento as coisas começam a mudar.

Apesar da trama, esse mistério de como essas pessoas conseguem se comunicar telepaticamente é deixado de lado e aceitado pelos personagens. O foco é na amizade entre o garoto e a garota se comunicando pelo celular imaginário deles, já que ambos possuem dificuldade para falar com as pessoas ao redor. Há também espaço para a relação entre a garota e uma mulher, todos se comunicando pelo celular imaginário. A mulher aparenta ser experiente no assunto. Por que será? Bom, como disse antes, os personagens apenas aceitam as coisas que vão acontecendo, mas calma lá, não significa que isso diminua a emoção da história, os personagens não buscam explicações para o impossível, eles buscam uma forma de serem felizes.

Mesmo sendo uma história curta (5 capítulos), consegue se desenvolver de forma satisfatória. Momentos dramáticos e uma conclusão inesperada aumentam o nível de qualidade da história, que brinca levemente com o tempo. Recomendo a leitura.

Curiosamente, o autor da história disse sentir vergonha do que escreveu. A história inicialmente foi escrita como um conto durante seu colegial. Tempo depois virou filme, onde esteve envolvido no roteiro, e posteriormente mangá, onde foi convidado para escrever um posfácio. Ele disse não ter conseguido ler o mangá mesmo elogiando a arte. Para ele, foi uma das histórias mais embaraçosas que já escreveu.

O nome do mangá me chamou a atenção. Mais um lançamento arriscado da JBC valorizando mangás de volume único que dificilmente chegam no Brasil.

Zumbis Marvel (hq)

~Publicado originalmente em redes sociais~


A história meio que "começa do nada e termina do nada", mas encerra aquele arco contado. Não tem muito o que explicar, é uma linha contínua de história, sem "pausas", e o leitor vai descobrindo as coisas conforme a história vai evoluindo.

Logo no início vemos Magneto, já exausto e prestes a morrer, tentando sobreviver aos mutantes zumbis, deixando claro que a história já se desenrolava desde antes da própria saga se iniciar, já que em nenhum momento depois a história volta no tempo, transformando aquela cena numa daquelas cenas pra chamar a atenção do leitor já mostrando o que estava por vir. Não, as coisas acontecem e vão acontecendo cronologicamente.

Durante a hq, vemos como é a vida dos zumbis. Eles são especiais, já que a mente dos heróis quando vivos ainda estão ali, seus pensamentos estão ativos, eles sabem de suas ações, tem consciência de tudo, porém a vontade de comer carne humana os confundem e não os deixam pensar, o que faz eles atacarem amigo ou inimigo. Num desse momento aparece o Surfista Prateado alertando que Galactus está chegando. É nesse momento que a história começa a se desenvolver melhor.

É divertido, não se deve levar tão a sério. Fiquei curioso em ler as hqs que levaram a Zumbis Marvel e também suas continuações e derivados, é um universo vasto a se explorar e o final desse primeiro Zumbis Marvel deixa isso claro.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

[RASCUNHO] Liar Game (2014) (dorama)

~Publicado originalmente em redes sociais~


"Bem que esse reality show poderia existir na vida real, seria interessante", eu pensava enquanto via o dorama. O dinheiro move as pessoas, fazem elas traírem os próprios amigos, não acreditar em ninguém, a ganância leva ao poder e ao desespero. Aqui vemos o rosto por trás da máscara e como as pessoas reagem nessas situações. Cada jogo do programa é um espetáculo a parte, digna de um filme de sucesso.

Um pessoal é escolhido pra participar do Liar Game ("Jogo da Mentira"). Pra levar o dinheiro é simples: tem que mentir. Se o dorama já se mantém com o reality, ele decide ir além mostrando as manipulações por trás das câmeras, os apelos propositais, os 'preferidos' dos responsáveis pelo programa, etc. Só que isso não é tudo, existe um segredo por trás do programa, causador de polêmicas.

Citando o primeiro jogo: O jogador inicialmente ganha uma maleta com dinheiro. Ele tem que conseguir a maleta do adversário escolhido no sorteio em uma semana, pode negociar, pode roubar, fazer o que quiser, só não vale agressão física. Como pegar o dinheiro de alguém que também quer ganhar o jogo e sabe que a pessoa em questão quer pegar o dinheiro dela? Aí fica o mistério.

A versão de 2014 é um remake (ou reboot, já que o original já se tornou uma franquia) coreano de uma obra japonesa. Dizem que os corebas sabem fazer melhor que os japas, mas como não vi o original, verei e depois compararei.

Ótimos atores (principalmente a do apresentador do programa), trama que prende do início ao fim, cheio de reviravoltas, cenas alternando entre a vida dos personagens principais, o reality show e por trás das câmeras... quero logo uma continuação!

Nota 9

SOBRE MIM

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Em 2008 criei um blog por experiência. Queria saber como era um blog. Inicialmente era apenas para reunir o que eu achava de legal pela internet. Dois anos depois, em 2010, criei meu blog com críticas de filmes, já que, embora eu não seja experiente nesse ramo, gosto de ver filmes, de entendê-los e tal. Em 2014 vieram as mudanças. O blog que reunia o melhor da internet virou um blog de matérias e histórias que eu mesmo escrevo. O blog que continha críticas de filmes, séries, curtas, shows, etc, agora são apenas filmes e séries devido a enorme demanda de conteúdo. Os modos de escrita também estão mudando para melhor. Fiquem ligados para novidades.