segunda-feira, 29 de junho de 2015

Lanterna Verde - Divindade (Novos 52) (hq)

~Publicado originalmente em redes sociais.

Lanterna Verde - Divindade



Minha ideia inicial era ler todos os Novos 52 do Lanterna, mas, depois do fim da grande guerra, que cria um final alternativo pra todo aquele universo, me senti satisfeito e decidi ir pra outras leituras. Entretanto, descobri que, algumas edições depois havia a saga Divindade, ocorrendo em todas as hqs do Lanterna.

É curioso como os perigos são sempre mais grandiosos que os anteriores. Os mortos renasceram, era o maior desafio do universo. Os anões azuis decidiram exterminar todos os lanternas, era o maior desafio do universo. O Primeiro Lanterna decidiu acabar com tudo, era o maior desafio do universo. Em Divindade, os Novos Deuses querem reiniciar o universo aos seus modos, ou seja, é o maior desafio do universo. Inicialmente, eles vão em busca das 7 lanternas, mas vê que seus poderes combinados causam algo desastroso. Eles então partem em busca da lanterna branca, que possui a "equação da vida", pra transformarem o universo em Novos Deuses. Tudo isso pra criar um exército tão poderoso que possa eliminar Darkseid de uma vez.

A saga é dividida em prólogo (uma hq especial), Ato 1, 2 e 3 (cinco hqs cada) e conclusão (uma hq anual). O prólogo não é nada demais e o Ato 1 chega a ser cansativo de ler, enrolado demais e sem atrativos. Pensei até em desistir, e ia desistir mesmo, mas ao final as coisas começam a melhorar. Mas o principal motivo de eu ter continuado foi porque soube que o Mão Negra apareceria.

Dito e feito. O Ato 2 é bom, a história prende na maior parte do tempo, temos uma dinâmica de vários personagens em diferentes lugares do universo enfrentando os mesmos inimigos. O Ato 3 prossegue com esse dinamismo, mas com os personagens sobreviventes cada vez mais perto de se encontrarem, como é de costume. A conclusão é uma mistura de clímax e anti-clímax, mas não entrarei em detalhes pra não dar spoiler.

Nessa saga temos novamente os anões (sobreviventes) fazendo besteira, as tretas dos lanternas verdes e amarelos, Sinestro badass mostrando toda sua autoridade, Hall Jordan tendo que salvar os outros, Mão Negra doentio (chega a trazer o corpo do pai do Hall e o coloca na frente do Hall). E tem também a grande muralha do universo, onde diversos seres de pedra são abrigados (ou pessoas vivas que foram sugadas e aprisionadas em corpos de pedra, se preferir). Ah, Mão Negra...

O encerramento é brusco e termina com um gancho pra uma continuação. Aquela guerra acabou, mas outro perigo grandioso está por vir...

sábado, 27 de junho de 2015

The Flu (2013)

~Publicado originalmente em redes sociais~

The Flu (2013)


Mais um excelente thriller do cinema coreano e um dos melhores sobre epidemia que já vi. Drama e tragédia se unem e ainda dão um pouco de espaço pra ação e um toque de política. Roteiro bem escrito, trilha sonora empolgante e personagens atrativos. A diversidade e troca de personagens é outro ponto positivo. Todos ali possuem seu momento, seja um dos principais, um dos secundários, ou até mesmo aquele aleatório que mais parece figurante. Há toda uma ligação.

A trama mostra uma grave epidemia que se espalha numa parte da Coreia do Sul. A transmissão se dá pelo ar, basta absorver  uma simples gotícula da tosse de um portador. O resultado é uma tosse ininterrupta, febre e, ao fim, o portador cospe sangue e morre. Em meio ao caos, o governo coreano e americano se unem pra conter esse vírus a qualquer custo, mesmo que pra isso tenham que usar formas nada "corretas".

Há diversos personagens durante a trama. Temos como principais um bombeiro que salva uma mulher de um acidente quando seu carro cai num buraco (e ele acaba se apaixonando por ela). A mulher, por sua vez, é uma das médicas que está em busca da cura e tem uma filha, que também é importante pra trama. Tem o portador sobrevivente, um imigrante ilegal; os irmãos que ficaram a cargo de buscar esse imigrante; o oficial do exército que se aproveita de seu cargo como bem entender; os políticos coreanos; alguns americanos (como um médico e outro a serviço do governo dos EUA); entre vários outros.

Um ponto importante pra citar é como o americano é retratado: Guerra é a solução, matar pessoas é o único modo, eliminar um problema que possui solução em vez de solucionar é o caminho correto a se seguir. Daí vemos que alguns coreanos não são tão diferentes assim, apoiando esse ideal, mas também vemos que outros rejeitam (assim como existem americanos que rejeitam, mas no filme não é mostrado).

Acabamos acompanhando diversos arcos que acabam se encontrando em algum momento, seja do bombeiro e da médica e sua filha, dos políticos e médicos, dos irmãos e do portador sobrevivente, entre outros.

Nota 10

domingo, 21 de junho de 2015

Divertida Mente

~Publicado originalmente em redes sociais~


Não sabia bem o que esperar e não tava muito confiante, mas por ser selo de qualidade Pixar acabei conferindo. Boa parte por curiosidade também, a premissa toda é uma grande nuvem de ideias interessantes pra explorar. E assim Pixar conseguiu mais um belo filme.

"Você já parou pra pensar o que se passa na mente de uma pessoa?". Sim, o tempo todo. Acompanhamos Alegria, Tristeza, Raiva, Medo e Nojo, que vivem na mente de uma garota e controlam suas emoções por um painel. Há toda uma estrutura em sua mente, como as ilhas (do hóquei, sua paixão; da amizade, que ela gosta tanto; da família, que ela é apegada; e da bobeira, que a faz ser divertida). Há também o labirinto das memórias a longo prazo, armazenando tudo o que ela absorveu; as memórias base, que a fazem ser o que ela é; entre outros.

Ver a história em terceira pessoa (as emoções) dentro de primeira pessoa (a garota) foi uma sacada genial da Pixar. Uma história de uma garota que era feliz, se muda e sua vida vira um desastre. Além, ela está crescendo, novos gostos vão surgindo, uma nova percepção de mundo, a adolescência chegando. Perceber como as emoções podem mudar o rumo dos acontecimentos, como uma pessoa age controlada por tal emoção, como a tentativa de forçar a ausência de uma emoção (ou a presença de outra) pode resultar em consequências desastrosas, como nossas lembranças influenciam em nossas vidas, como nossas experiências de vida nos moldam a ser o que somos, são ideias tratadas na animação.

Apesar do foco nas emoções, o universo criado em Divertida Mente é vasto. Podemos perceber isso ao longo do filme, quando as emoções viajam pela mente da garota, das ilhas ao mundo adentro. O que foi criado aqui tem potencial pra uma franquia, se bem utilizada.

Vejam as cenas durante os créditos. São divertidas.






Nota 10

sexta-feira, 19 de junho de 2015

Kingsman - Serviço Secreto (comparando hq com filme)

~Publicado originalmente em redes sociais

CONTÉM SPOILERS!!!

 Tava curioso quanto a hq e decidi ler. Posso dizer que o filme é melhor, mas a hq tb é boa, vale a pena conferir. As diferenças são visíveis, mas a essência é a mesma.






ALGUMAS DIFERENÇAS ENTRE FILME E HQ
~ Sei que a hq veio antes, mas o filme é provavelmente bem mais famoso, e como li a hq depois, irei comparar dando foco nas diferenças da hq, por assim dizer.

- Nas hqs não há nada daquela loja de ternos.
- Quem era "igual ao garoto rebelde" é o próprio tio dele, e não o pai, que sequer é citado.
- Não temos aquela mulher com pernas de metal do filme. Até aparece uma mulher, só que normal e em apenas poucos momentos da história.
- Não há uma alta interação entre o garoto e os outros 'competidores' como no filme, aliás, apenas citam numa cena que as pessoas falam mal dele. Até os treinamentos são outros em sua maioria.
- Não há a cena da igreja. Em vez disso, há uma cena de casamento onde todos se matam.
- A morte de um certo personagem da trama ocorre em um ambiente bastante diferente.
- A cena do balão que vai pro espaço é muito mais simples nas hqs e não possui nenhum drama, sequer destaque.
- A entrada no covil do vilão ocorre de forma explosiva e em massa, enquanto no filme é mais discreto e em número bem menor.
- Não há relato de que esteja acontecendo uma grande festa no local.
- Não tem cabeças explodindo.
- Não há aquele caos todo ao redor do mundo, acontece outra coisa.

Apesar de todas as diferenças, o filme ainda segue de forma fiel a essência da hq. Alguns momentos são seguidos sem muitas alterações, outras se tornam apenas inspirações. Recomendo.

Manga of the Dead (mangá)

~Publicado originalmente em redes sociais

Manga of the Dead
 
Projeto coletânea de histórias de zumbis em mangá. No Brasil, mais um lançamento JBC de volume único pra atrair novos leitores aos mangás.

São 8 contos dos mais variados, escritos e desenhados por diferentes mangakás. O primeiro, por exemplo, contada através de uma garota, mostra que sua avó virou zumbi mas foi mantida presa em casa. Enquanto isso, seu pai foi mordido na rua. Contar mais que isso é spoiler. No segundo, usam o corpo de uma garota zumbi como máquina de matar.

A história mais comovente é provavelmente a das crianças que os pais viraram zumbis e se prenderam pra não atacar eles. O problema é que as crianças não entendem direito e decidem alimentar os zumbis, preocupados que seus pais não estão comendo.

Minha preferida é do professor que queria trazer sua amada de volta a vida, mesmo sabendo que ela não voltaria a ser como era antes. Isso contado através de um antigo aluno seu, que sabia dos zumbis e tentou alertá-lo sobre as consequências.

Agora tem um que é ridículo. É de um garoto que tem medo de morrer virgem, vai em busca de um emprego, acha que terá que virar prostituto, acaba indo lutar com zumbis e tem uma mulher que fica lutando nua. É uma coisa mais tosca que a outra, negativamente falando.

Não há novidades nas histórias, mas é legal ver um conjunto de diferentes meios dramáticos de contar uma história de zumbi. Mostra que esse universo é rico e que, mesmo que pareça que tudo já foi mostrado, dá pra se diferenciar.

domingo, 14 de junho de 2015

O Apocalipse (2014)

~Publicado originalmente em redes sociais~


O filme é simples, pouco conteúdo, mas desenvolve um tema quase que em tempo real, já que a história se passa em menos da metade de um dia. Até daria pra resumir bastante, mas não me incomodei com a lentidão das coisas, fluiu natural.

Não, o filme não fica dando sermão, não fica citando a Bíblia, nada disso, sequer fala a palavra 'arrebatamento'. Os personagens também não vão procurar a Bíblia de imediato, o motivo dos desaparecimentos não é revelado de início, o tempo todo os personagens estão assustados e se questionando o que aconteceu. É algo que a gente sabe porque sabemos a premissa do filme, mas na história, esse papo de fim do mundo é coisa de outro mundo e poucos desconfiam que seja algo bíblico, isso nem passa pela cabeça.

Alguns problemas aqui e ali, umas forçações, tentativas desinteressantes de tentar colocar uma "ação" a mais, suspense desnecessário em alguns momentos, o filme tem sim problemas, mas não vi todos esses problemas que muitos tão reclamando. E outro: Falar mal do Cage virou moda, e nesse filme ele nem tá ruim, o personagem dele é que não tem muita variedade, é algo fixo, ele é um piloto de avião que tá pilotando um avião. Pronto. Nem os efeitos estão ruins, considerando que o filme é de baixo orçamento. Tem coisas muito piores, muito mesmo. A trilha que é mais ou menos mesmo, dispensável até, acho que tem momentos que o filme funcionaria melhor sem ela.

E não espere grandes cenas de caos, a história se foca apenas no avião e na garota que tá "andando por aí" sem saber o que fazer (sério, ela fica pra lá e pra cá toda hora sem rumo nenhum). Ou seja, só vemos aquilo que está acontecendo ao redor desses personagens. No avião é que se concentra o maior número de personagens, com os passageiros. Destaque para a cena do arrebatamento, bem repentino.

O Apocalipse não é o reboot adequado para a franquia Deixados Para Trás, mas quero que façam a continuação. A franquia deve continuar. Por mim nem deveria ter sido cancelado os filmes antigos, mas já que cancelaram, que não cancelem de novo os novos.

Nota 7

O Fim do Mundo

~Publicado originalmente em redes sociais~


Acho o filme injustiçado. Vi comentários na internet considerando ele com uma história ruim e efeitos sofríveis que era surpreendente apenas pra época.

Os efeitos de quando o mundo começa a ser destruído são bem feitos, se utilizaram de grandes maquetes pra isso. Até tem uma cena que parece computadorizada e outra que é uma gravura mal pintada, mas fora essas duas, de resto, tudo muito bem produzido. Hoje em dia quase ninguém mais usa maquete, mas não digo que os efeitos do filme hoje são sofríveis, passa longe disso.

A história é até boa, se compararmos com histórias sobre o fim do mundo. Um cientista descobre que o mundo vai acabar, manda um cara entregar uma mala sem saber do fim, ele descobre sobre o fim e se envolve na história, onde um grupo de pessoas estão construindo uma nave espacial pra 40 pessoas. Tudo bem que o filme viaja em algumas coisas, mas caramba, é um filme de ficção dos anos 50 decente, com bons efeitos e uma história muito melhor que várias de fim do mundo que vemos hoje!

Nota 8

Obs.: TEM BRASILEIRO FALANDO EM PORTUGUÊS DO BRASIL! \o/ A cena em questão acontece durante uma reunião com representantes de vários países. É um festival de línguas diferentes, muito legal, e o Brasil tá no meio. Filme dos anos 50 com moral que um monte de gente por aí que acha que nós falamos espanhol.

King Kong (1976)

~Publicado originalmente em redes sociais~
 

Apesar das várias mudanças (a mulher, em vez de ser uma atriz contratada, é uma sobrevivente de um náufrago que tava indo fazer filme em vez; o mocinho, em vez de fazer parte da tripulação, é um clandestino; não temos diretor; o navio está em busca de petróleo na ilha, nada de fazer filme; Kong não sobre numa torre só; entre outros), é um bom filme. Tem uma história envolvente e foca mais no lado humano de Kong. Aqui a mulher capturada (dessa vez com nome Dwan), percebe que Kong a ama. Isso resulta nuns momentos romanticamente toscos, como Kong a secando com assopro, por exemplo. Mas deixemos pra lá.

O filme também sofre com umas forçações terríveis e uns erros graves, coisa que pode passar despercebido e até perdoado perante o desenvolvimento da história, que começa duvidosa mas aos poucos mostra seu potencial, embora pudesse ser muito melhor. O destaque mesmo vai para os momentos de Kong na cidade, aí sim o filme chega em seu auge.

É interessante citar que as torres que o Kong sobe nessa versão são as Torres Gêmeas. Tem uma alusão, forçado mas ao mesmo tempo genial, no filme explicando o motivo disso. E é irônico como a vida imita a arte. Não vou entrar em detalhes. Por fim, cito o encerramento arrasador, que só não foi melhor por causa da incompetência de segmentos que fizeram, mas fora isso foi ótimo.

O remake dos anos 70 de King Kong manteve parte da essência do original e nos mostrou uma nova versão com algumas modificações sobre o que poderia ter acontecido. Mesmo com seus problemas e com uma queda ou outra, consegue se manter durante suas mais de duas horas de duração.

Nota 8

IRIS - O Filme

~Publicado originalmente em redes sociais~


Foi bom pra relembrar o dorama, mas é inferior e tem vários problemas, é um resumo mediano, que funciona como resumo, mas como filme não. Pelo menos tem algumas cenas de ação do dorama, que é repleto de cenas de ação. Todo esse universo de espionagem já resultou em três doramas considerados os mais caros já feito. O primeiro filme resume o primeiro dorama. O filme foi lançado antes do dorama (primeiro gravaram o dorama e editaram como filme). Resume cerca de 18 horas de informação em apenas duas horas. Obviamente, muita coisa ficou de fora.

Um terço do filme não funciona. Enquanto o dorama, com mais de uma hora pra cada episódio, desenvolve bem os momentos e tem umas "enrolações" aceitáveis, o filme tenta contar tudo ao mesmo tempo. Nos primeiros minutos, as trocas de cenas são ruins demais, tudo muito corrido, não dá tempo de se acostumar com as coisas.

Porém aí vem a salvação. Quando metade do dorama já tá resumido e o essencial já foi contado, a história se desenvolve mais lentamente, como um filme mesmo. Até tem uma coisa ou outra rápida, mas é pouco mesmo. E isso é bom, até porque um filme deve desenvolver a história e dar tempo do público se acostumar.

Como eu disse, muita coisa ficou de fora, alguns personagens foram praticamente cortados, situações sumiram, etc. Devido a isso, algumas situações são "mudadas", o contexto é o mesmo, mas alguns acontecimentos simplesmente somem, como se não tivesse acontecido, como algumas mortes de alguns personagens. E aí entra um enorme problema: O filme deixa de explicar algumas coisas importantes, cabendo ao público usar a lógica e ir percebendo aos poucos o que aconteceu com tal personagem: caso esteja vivo, é só se ligar nas cenas. Caso o personagem suma, provavelmente deve ter morrido. Uma pena terem sido tão relaxados quanto a isso.

Apesar de ser um resumo, o final é inédito, mostrando depois do dorama, alguns minutinhos rápidos. O dorama termina em suspense, com um final arrasador de doer o coração. E no filme vemos o complemento da cena final, quem foram os responsáveis, qual foi o motivo daquilo ter acontecido, etc, e ainda colocam mais minutos depressivos pra pessoa ficar realmente triste com o polêmico final que repercutiu o mundo dos doramas e marcou quem acompanhou toda a série.

O dorama (novela/série/drama) é muito bom, até tem seus baixos, mas os altos valem a pena. Já o filme foi bem mais ou menos, primeiro correm demais com a história, depois começam a ir mais lentamente. Fora isso ainda tem os problemas de roteiro devido aos cortes, por mais que tentem encaixar tudo.

No fim, o filme serve mais pra quem quer relembrar o dorama e saber o que aconteceu depois. Bem que podiam voltar com a história na continuação, mas o máximo de citação que tem nem é na continuação, mas sim no spin-off. Obviamente tem personagens que retornam, mas os principais dos principais mesmo, param por aqui, já que eles são meros personagens num universo de espionagem criado no dorama, boa sacada até, mas deixa saudades.

Nota 6/10

[RASCUNHO] Dom Casmurro e os discos voadores (livro)

~Publicada originalmente em redes sociais~


A releitura de Dom Casmurro com alienígenas superou todas as minhas expectativas. Posso arriscar que a história criada aqui é tão boa quanto a original. Já imaginou se Bentinho estivesse sendo observado por aliens? Se Capitu, Escobar e José Dias escondessem um segredo que não era da Terra? Nem eu. Digo, não até o momento que li esse livro.

A história se baseia toda em Dom Casmurro (tem o amor de Bentinho e Capitu, Bentinho indo para o seminário e conhecendo Escobar, o casamento, a reviravolta, etc) e adiciona elementos alienígenas baseados em lendas e teses "reais". Uma mistura inusitada e surpreendente. O livro, além de trazer uma resposta (de acordo com o universo criado nele) para a grande dúvida que todos tem ao final do original, vai além. Tão além que a reviravolta final é de deixar qualquer um intrigado. Ainda estou pensativo quanto a isso. Recomendo a leitura.

Alice Através do Espelho (livro)

~Publicado originalmente em redes sociais~

Alice Através do Espelho



Dorgas, manolo, muitas dorgas. Quando você pensa que não pode enlouquecer mais, aparece uma continuação muito mais louca. E então, de quem foi o sonho? Alice realmente sonhou aquilo tudo ou ela esteve no sonho do outro?

Enquanto na primeira história Alice fica vagando por aí tentando achar uma saída do lugar, na segunda Alice arruma um outro objetivo depois de... ficar vagando por aí. Ela tem que chegar até um lugar pra virar rainha (devido a um jogo de xadrez). Dessa vez ela não quer fugir, mas adentrar mais nesse novo mundo. Aqui temos novos personagens.

É tudo tão bizarro que o que predomina na história são as contrariedades dos habitantes desse mundo estranho e as passagens de certos locais, onde o ambiente simplesmente muda do nada. Além dos personagens loucos, há também os seres citados ao longo da história, como uma espécie de dragão e, na cena do trem, os animais-comidas-sei-lá-o-que.

Agora falando de adaptação, não vi nenhuma, mas gostaria. Houve elementos dessa continuação utilizada principalmente naquela versão do Tim Burton (como os irmãos). A Disney também usou elementos na própria animação clássica (o desaniversário, especificamente).

Alice no País das Maravilhas (livro)

~Publicado originalmente em redes sociais~

Alice no País das Maravilhas



Muito divertido de ler, mais legal ainda é ver a chata da Alice levando um fora a cada capítulo. :v Como todo mundo deve saber mais ou menos como é a história (Alice persegue um coelho branco com relógio, vai parar num mundo estranho, onde governa uma rainha que pede pra cortar a cabeça de todo mundo, etc...), vou me focar em algumas cenas "esquecidas" nas adaptações.

Tem elementos que seriam difíceis aparecerem hoje em dia, como a cena da Duquesa batendo no seu filho e da Alice abandonando o coitado na floresta porque ele era um porco (oinc), chamando-o de monstro e desprezando ele.

Uma cena que costuma ficar de fora das adaptações é a da Tartaruga Falsa, o que é uma pena. Na verdade o livro nem é grande e mesmo assim conseguem deixar muita coisa de fora. As histórias contadas pela Tartaruga são divertidas e boas de ler.

O personagem que gostaria que aparecesse mais é o gato, mas é assim mesmo, todos os personagens tem espaço e aparecem pouco, geralmente no seu próprio capítulo e ao final da história. A cena do Chapeleiro, a da Lagarta, a dos bichos que estavam na frente da casa do Coelho... tudo muito bom.

Alice no País das Maravilhas é como um conjunto de contos interligados. Embora tenha achado o início muito chato (Alice não ajuda a melhorar a história, só piora), a história se torna bastante divertida com o tempo. Alice vai conseguindo se "comportar" nesse mundo louco, mesmo que leve um fora todo o tempo por não saber de nada de lá. Pobres animais, Alice vivia dizendo que já comeu, que já viu alguém comer... eles não precisam saber disso.

[RASCUNHO] Deadpool 7 e 8 (Tropa Deadpool 1 ao 12) (hq)

~Publicada originalmente em redes sociais~


Deadpool 7 - Tropa Deadpool 1 ao 6



Depois da edição anterior horrorosa com um prelúdio para a Tropa de se jogar no limbo do esquecimento, finalmente vem uma ótima saga do Mercenário Tagarela, repleto de ação, aventura e muito, mas muito humor. Na história, a Tropa Deadpool tenta salvar o universo da Consciência, um ser que se alimenta da consciência dos outros numa fome de nível comparado ao Galactus.

Piadas a todo momento, zoações a la Deadpool, referências a cultura pop, tudo o que os fãs gostam. Destaque pro Deadpool zoando o Jardineiro e a Tropa passando a perna no Campeão sempre que possível, rendendo cenas hilárias.


Deadpool 8 - Tropa Deadpool 7 ao12


Segunda metade do arco da Tropa Deadpool. Sem muito a dizer, a primeira metade funciona muito bem e a segunda, apesar das ligações com a primeira, é como se fosse um Tropa Deadpool 2, com uma nova aventura, praticamente contada em flashbacks (que inclusive se aproveitam disso pra umas piadinhas e conversas com o leitor). Não supera a anterior mas é divertido, humorado e... é Deadpool, é zoeira.

Wall-E (mangá)

~Publicada originalmente em redes sociais~

Wall-E (mangá)




 Adaptação bem fiel. O mangá resume fielmente a animação, serve pra matar a saudade de relembrar todas as cenas do longa.

A "promessa" de uma releitura com elementos diferentes acaba sendo insignificante. Acabam colocando algumas poucas palavras em cenas onde os robôs não falam, adicionam um narrador durante a história e adaptam algumas imagens mostradas nos créditos junto com o fim da história, "estendendo" o final do filme, mas nada de relevante.

Por "releitura" esperava algo diferente. Não ao nível "bollywood", onde criam algo novo aproveitando o universo existente, mas pelo menos acontecimentos não mostrados no longa, seja original, seja uma cena deletada. Pelo menos Wall-E é tão bom que o mangá acaba sendo bom. Além da história o mangá possui algumas informações sobre os personagens do filme, linha do tempo e quiz.

Tentando comentar "Turma da Mônica Jovem - Umbra" e afins

Edições 74 a 76.


Inicialmente postei em redes sociais o seguinte comentário:

"Gente... não, como assim? O que foi isso? Como assim o Cebola "morreu"? O que fizeram com a inocente história da Jumenta Voadora? Como aprovaram uma história onde crianças morrem e assombram os outros? Pacto com o diabo? Fantasmas? Caramba... E as reviravoltas?

Bem que o Maurício disse que a história era macabra e a cada edição ficaria mais ainda. Quem imaginaria uma história de "terror" com a Turma da Mônica? Tá, não é a primeira vez que há espírito vingativo ou defunto numa história da TMJ, mas aqui elevaram a outro nível. A história é surpreendente. Se não fossem os alívios cômicos, seria séria até demais. E ao fim tenho que confessar: Gostei do resultado... Farei uma análise posteriormente."

Pois bem. O tempo passou e acabei não fazendo essa análise. E nem me vem em mente o que realmente dizer sem enrolar.

Posteriormente li a edição 79, que comentei:

"Continua a anterior, que não li. Aqui vemos o que teria acontecido após Umbra (essa eu li) se o mal vencesse, contado pelo Xaveco do futuro (que já havia sido inserido na história a algumas edições). Fim da Turma, Cebola dominando o mundo, Magali bruxa do mal... e por aí vai. E ao fim há um gancho pra mais.

Agora TMJ envolve viagens no tempo e paradoxos. Mas o que percebi mais é o envolvimento de misticismo, cada vez mais presente (como comentaram aqui no grupo quando falei sobre Umbra). Não acho uma boa seguirem por esse caminho... Magali vem de uma linhagem de bruxos, Cebola morto com espírito aprisionado em outro corpo (coisa que foi desfeita ao mudarem o futuro), a inocente lenda da Jumenta Voadora agora é perturbadora digna de creepypasta com pactos satânicos... Tem que ver isso aí..."

Um tempo depois, em outro coment sobre o reboot da Turma da Mônica clássica, comentei:

"(...) Agora Umbra foi uma enorme surpresa (3 edições). Até tem toda aquela zoeira humorada como em qualquer hq, mas o fundo é de terror. Pegaram a lenda da Jumenta Voadora (apresentada nas hqs clássicas) e transformaram ela em algo que nem conto de fada original, nível dessas creepypastas que a gente lê pela internet. Tem a ver com oferenda de criança ao coisa ruim, por aí.O Cebola inclusive "morre" nesse arco. SPOILER Ao fim de tudo, a Dona Morte traz ele de volta a vida e fala algo sobre o Apocalipse (da Bíblia).

Depois de um tempo comprei uma edição e percebi que mostrava não uma simples nova aventura, mas sim o que poderia ter acontecido caso Umbra terminasse diferente. Nela, o Xaveco do futuro, que ficou preso no passado, conta como era esse futuro que foi impedido. O Cebola seria um ditador mundial e mandaria matar todos que se opusessem a ele (até mesmo os velhos amigos). Também revelam que a Magali vem de uma linhagem de bruxas e que, no futuro, esse poder era despertado e ela se tornava maligna também.

Não sei a situação atual, se bem que esse Umbra acho que é do fim do ano passado e esse outro desse ano, mas lembro do Maurício dizendo que não teria uma história sombria desse nível... mas acabou tendo. Sei que terminaram agora o arco do circo macabro, mas acabei deixando passar. Sei também que o legado de Umbra ainda continua, porque deixaram ganchos pra mais conteúdo."

Enfim. Só quis deixar algo registrado aqui.

[RASCUNHO] Lanterna Verde - A Ascensão da Terceira Armada + A Ira do Primeiro Lanterna (Novos 52)

~Publicado originalmente em redes sociais~


Lanterna Verde - A Ascensão da Terceira Armada + A Ira do Primeiro Lanterna [Novos 52]

O fim de quase uma década de história. Apesar dos Novos 52 ser um reinício, Lanterna Verde continuou com a "mitologia" criada antes de tudo isso. Lá em Renascimento, passando por Guerra dos Anéis, onde descobrimos mais cores de lanternas, Noite Mais Densa, onde fomos apresentados a mais cores ainda, Dia Mais Claro... até chegar em A Ira do Primeiro Lanterna.

A Ascensão da Terceira Armada fez parte do plano dos guardiões azuis de acabarem com tudo o que conhecemos, recomeçando a vida do universo de acordo com suas vontades, para isso se utilizando da Terceira Armada, seres que devoram o dna de outros seres e os transformam em semelhantes, pensando como um só. Entretanto, o arco serviu mais pra interligar os títulos das hqs, já que as hqs não mostravam apenas nos lanternas enfrentando a Terceira Armada, embora fosse o foco. Enquanto isso, tínhamos uma preparação pro Primeiro Lanterna.

Então finalmente vem o arco A Ira do Primeiro Lanterna, com um mega encerramento que não se via desde Noite Mais Densa. Temos novamente todas as 9 lanternas reunidas para enfrentar o Primeiro Lanterna, um ser extremamente poderoso. Mas antes disso, acompanhamos diversas edições onde o Primeiro Lanterna mexe com o tecido da realidade, mostrando o passado dos personagens e como poderia ter sido. Soa como diversas histórias interligadas enquanto uma maior acontece reunindo todas. É tudo tão grandioso que a última edição tem o triplo de páginas que de costume, trazendo um final para tudo o que foi criado até ali. Tudo bem que posteriormente há epílogos dizendo "nunca é o fim", afinal, as hqs continuam, mas A Ira do Primeiro Lanterna marca o fim de uma era duradoura. E assim a vida continua.

[RASCUNHO] Lanterna Verde (Novos 52) [1 ao 12] (hq)

~Publicado originalmente em redes sociais~


Novos 52 ~ Lanterna Verde 1-12 + Tropa dos Lanternas Verdes 1-12 + Novos Guardiões 1-12 + Tropa dos Lanternas Vermelhos 1-12 + Lanterna Verde Anual 1

Já havia lido algumas hqs dos lanternas dos Novos 52 e gostei bastante. Decidi então ler as hqs desde o início. Primeiramente, o que mais me interessou foram não terem descartado a ideia de várias tropas de cores diferentes, que se iniciou lá em Guerra dos Anéis e, posteriormente, foi desenvolvida na sensacional saga Noite Mais Densa. Porém, foi além, Novos 52 era pra ser um reboot, mas a história dos lanternas não foi esquecida e continuou.

A hq Lanterna Verde se focou na dupla Hal Jordan e Sinestro (que está como lanterna verde) e o fim da tropa amarela. Temos também a parte da tropa índigo, que chega a ser surreal, revelando os segredos por trás da tropa. Ao fim, o retorno do lanterna negro, que já chega causando. Ótima história, sempre com muita tensão e um belo visual.

A hq Tropa dos Lanternas Verdes se focou, como o nome diz, na tropa dos lanternas verdes, onde eles tentam se proteger de um ataque de seres que querem exterminá-los. Posteriormente, temos o julgamento do John Stewart e o caso da Tropa Alfa. Boa hq. Percebe-se claramente que ela forçou ser mais "violenta", contendo diversas vezes mortes de lanternas. Sério, diversas mesmo.

A hq Novos Guardiões tratou da união das lanternas. O lanterna verde Kyle Rainer de repente recebe as lanternas das outras tropas e parte em busca de respostas. Pra isso, ele recebe ajuda das outras tropas. Muito bom, ver o relacionamento das diferentes cores não é de hoje mas é uma ótima sacada, histórias bem feitas.

A hq Tropa dos Lanternas Vermelhos é mais "afastada", se focando nos lanternas vermelhos (dã). Primeiro acompanhamos Atrocitus, líder, em busca de um "braço direito" pra tropa. Depois, temos a rebelião de um dos lanternas e a busca dos lanternas pra impedir o fim deles mesmos. Também temos o surgimento do lanterna vermelho humano. Foi até melhor do que eu imaginava, tem todo um drama por trás dos personagens, um motivo pro que eles fazem, por mais "polêmica" que seja suas atitudes.

Histórias de qualidade. As hqs Lanterna Verde e Tropa Verde levam ao primeiro anual da hq Lanterna Verde, onde temos o "encerramento" daquele "arco" construído até o momento e o gancho pro início do próximo "arco". Na verdade é um arco só, mas há uma divisão pro evento que se espalhará por todas as hqs dos lanternas, que tem a ver com o Primeiro Lanterna e todo o papo da profecia do fim das tropas e do surgimento da Terceira Armada.

Penadinho - Vida (hq)

~Publicado originalmente em redes sociais~

Penadinho - Vida


Quando liberaram a capa-teaser, imaginei que seguiriam algo mais sombrio. O resultado foi diferente, uma história de amor com drama e aventura. Dona Cegonha chega ao cemitério avisando que Alminha vai reencarnar. Penadinho diz que dará o recado. Ele tem até o amanhecer pra ficar com ela antes que tudo termine. Desesperado, ele tenta cumprir suas promessas com ela mas acaba piorando a situação. Em meio a isso, Alminha é capturada por um vampiro que se utiliza de almas pra fazer perfume. Cabe a Penadinho e a turma do cemitério resgatarem-na.

O que mais chama a atenção nessa releitura é o visual, seguindo um estilo de desenho animado. Cenas noturnas e cores frias passam a essência de cada momento, onde podemos sentir que, mesmo Penadinho estando entre amigos, ainda se sente solitário por causa da Alminha. Falando no Penadinho, seu visual é o que mais se destaca, com uma forma carismática, grandes olhos como uma bola de luz em meio a escuridão e uma aura azul ao seu redor. Alminha idem.

O roteiro e a arte ficam por conta de Paulo Crumbim e Cristina Eiko. Talvez você conheça eles por participarem do longa Uma História de Amor e Fúria. Recomendo a leitura.

sábado, 6 de junho de 2015

Revendo "Coragem - O Cão Covarde"

~Publicado originalmente em redes sociais~


Hoje terminei de ver todos os epis de Coragem, O Cão Covarde

O desenho não tão infantil de 102 episódios (4 temporadas) que referencia os filmes de terror (Psicose, Exorcista, Poltergeist, entre outros filmes de aliens, zumbis, espíritos, etc) e a música clássica (apesar da trilha original, houveram músicas clássicas no meio, as vezes com algumas modificações). Comecei a ver ano passado e, aos poucos, fui conferindo epi por epi. Também conferi o piloto, que mostrava que a série seria mais "sombria" ainda (provavelmente o Cartoon não aprovou aquele nível mas deu liberdade pros criadores manterem a essência). A maioria dos epis são bons, outros nem tanto (em especial num certo período), mas, de forma geral, Coragem é um desenho de qualidade com um toque de terror. A cada episódio acompanhamos os acontecimentos sinistros que ocorrem geralmente em Lugar Nenhum com a inocente velhinha Muriel, seu marido resmungão Estácio e seu cachorro Coragem, que acaba tendo de salvar seus donos do perigo.

A cada epi também os sustos do Coragem variam, sendo os mais criativos e diversificados possíveis. Seja um grito gigante, o coração sair do corpo, os olhos pularem pra fora, a cabeça explodir, ficar apenas os ossos, outro Coragem gritar de dentro do Coragem, o corpo partir ao meio, etc. E, além dos três personagens principais, em meio a milhares de outros, temos personagens que fazem parte de outros epis, como o computador falante e irônico do Coragem, o médico que ora sabe de tudo ora sabe de nada, o general e seu soldado que vivem tentando matar um ao outro, o gato diabólico Katz, a mãe do Eustácio, a médium Shirley, entre outros.

Algumas frases memoráveis: "As coisas que faço por amor..." (Coragem), "Minha Nossa!" (Muriel), "Cachorro Idiota!" (Eustácio), "Grande Coisa!" (Eustácio) e "Cadê a minha Comida?" (Eustácio).

Há epis marcantes, como a dos bárbaros fantasmas da maldição do moinho, do zumbi que quer gravar um filme, do triste passado do Coragem, do demônio do colchão que possui a Muriel, da lula espacial que cai na Terra e tenta proteger seus filhos, da múmia que envia maldições esperando que devolvam sua pedra, da toupeira lobisomem, do porco da lanchonete que mais parece um assassino, do jacaré mágico que brinca com marionetes, do frango espacial (que até retorna em busca de vingança), do chapéu de ouro, da torre de um cientista louco, do boneco de neve, do clube da colcha que quer costurar a Muriel, da mulher que vive na poça negra, do Fred (que até deu origem a creepypasta), da sombra misteriosa, do espírito em forma de rosto que quer expulsar todos de casa, da máscara (que foi censurado), da árvore que realizada desejos, entre outros. E pra quem se pergunta o que aconteceria se alguns desses vilões se unissem, há um episódio que mostra isso, lá pro final do desenho.

Ainda espero que um dia façam um filme do Coragem no cinema... se for em live-action será assustador, o Cartoon provavelmente não aprovaria, mas em animação, assim como o desenho, é uma boa.

SOBRE MIM

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Em 2008 criei um blog por experiência. Queria saber como era um blog. Inicialmente era apenas para reunir o que eu achava de legal pela internet. Dois anos depois, em 2010, criei meu blog com críticas de filmes, já que, embora eu não seja experiente nesse ramo, gosto de ver filmes, de entendê-los e tal. Em 2014 vieram as mudanças. O blog que reunia o melhor da internet virou um blog de matérias e histórias que eu mesmo escrevo. O blog que continha críticas de filmes, séries, curtas, shows, etc, agora são apenas filmes e séries devido a enorme demanda de conteúdo. Os modos de escrita também estão mudando para melhor. Fiquem ligados para novidades.